Encham seus copos até
transbordar
Bebendo sem sede, do
sol ao luar
Celebrem a vida, por
ora nossa
Carregando o vento com
riso e troça
Jurem, solenes, todos
os planos
(Desde já, sabem aonde vamos)
Logo descartem, se a
vontade arqueja
Palavras sem peso são
nossa riqueza
Ouçam atentos: a festa
é agora!
Tempestades aguardam do
lado de fora
E se o risco é tanto –
invencível, portanto
Finjamos dos outros a
aflição ou pranto
Despeço-me enfim, com “obrigado”
e “de nada”
É prosa, e não verso,
a vontade da casa
Só não se esqueçam,
depois de partido
Que o tempo é escasso
ao lado do amigo
Adorei a riqueza nos versos! Rima rica! Lembra que falamos a respeito algumas crônicas atrás? Gostei principalmente dos primeiros versos! =) Boa, Má!
ResponderExcluirSão versos antigos, que eu consertei depois das suas dicas. Fico feliz por ter dado resultado. Beijão!
ExcluirAo ler estes versos,
ResponderExcluirEnchi-me de alegria
Banhei-me em felicidade
Ao não te ver mais em agonia
Pude sentir você
E ver seu sorriso
Ao, com seus amigos,
Beber até o anoitecer.
Comemore! Celebre!
Beijos, Paulinha.
Paulinha está certa
ExcluirFelicidade tem pressa